A CORTANA é uma YT-1300f com cápsula frontal acoplada entre as mandíbulas — um modelo modular, ainda visto em certas rotas da Orla Média, mas raro em zonas de conflito. A nave mantém a silhueta tradicional dos cargueiros corellianos, mas o restante pouco lembra um transporte civil.
Seu casco é escuro, com reforços improvisados, placas assimétricas e pintura roxa desgastada pelas reentradas. Na lateral, um rancor rosnando foi pintado direto sobre o durasteel, sem verniz, como um aviso. O símbolo do Esquadrão Rancor
Esquadrão RancorAbrir página.
Por dentro, a nave é um labirinto de adaptações. Compartimentos ocultos, sistemas redundantes, torres de disparo com rotação modificada e uma cápsula auxiliar com autonomia própria — pronta pra ser lançada em extrações rápidas. O hipermotor principal foi adulterado com peças de origem duvidosa, mas responde melhor que muito modelo novo em estação imperial.
A CORTANA não tem matrícula registrada nem padrão de voo. Quando aparece nos sensores, já é tarde demais.




