Sindicato Pyke

Não anunciam presença, não vestem fardas, não fazem discursos. Só aparecem quando o contrato já tá assinado — ou quando alguém atrasou pagamento. O Sindicato Pyke não quer holofotes. Quer controle. E consegue. Onde a lei falha e a moral é negociável, eles sempre estão dois passos à frente. E você? Bem… você só tenta não dever nada a eles.

Ano da Fundação

Antes de 100 BBY

Status Operacional

Operante

Tem gente que chama eles de sindicato. Outros, de cartel. Eu chamo de inevitáveis.

Os Pyke não vêm com tanques ou cruzadores. Eles chegam com contratos. Ninguém levanta a voz, ninguém saca o blaster. Eles só… tomam. Uma rota aqui, uma refinaria ali, e quando você pisca, tá trabalhando pra eles sem nem perceber.

Eles são de Oba Diah, um lugar que fede a especiaria e pretensão. Se você nunca ouviu falar, parabéns. Quer dizer que ainda tem alguma inocência. Mas, se vive no rastro sujo do Império — aqui onde o holonet falha, onde a lei não chega — você já esbarrou com um deles. Mesmo que não tenha percebido.

Eles são frios, formais. Falam como se cada palavra custasse créditos. E talvez custe. Os Pyke vendem vício. Vendem obediência. Vendem silêncio. Mas nunca perdem. Se você acha que enganou um Pyke, é porque ele quis que você pensasse isso. Até não ser mais útil.

E o Império? Tá aí, todo engravatado e cheio de emblemas brilhando, fazendo vista grossa. Enquanto o Senado cospe promessas e o ISB tortura agricultores por sussurros de rebelião, os Pyke fazem negócio. Estão na frente, atrás e dentro do jogo — tudo ao mesmo tempo.

Quer saber como acabar com os Pyke? Também quero. Mas primeiro, vamos descobrir como sair da dívida com eles. Spoiler: não dá.

Eles não gritam. Eles não correm. Eles só te olham, anotam alguma coisa, e somem.

E no dia seguinte, você acorda com metade da tripulação evaporada e um aviso gravado:

“Última chance.”

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